quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Um eclipse duplo (NASA)




No início da manhã de 01 de setembro de 2016 , da NASA Solar Dynamics Observatory, ou SDO , pegou tanto a Terra e a Lua cruzando na frente do sol. SDO mantém um olhar constante sobre o sol, mas durante os períodos de eclipse semestrais do SDO , linha de visão blocos brevemente Terra do SDO cada dia - uma consequência da órbita geoestacionária de SDO .

Em 01 de setembro , a Terra eclipsou totalmente o sol da perspectiva de SDO assim como a lua começou sua jornada em toda a face do sol. O fim do eclipse da Terra aconteceu apenas a tempo para SDO para pegar as fases finais do trânsito lunar.

Crédito: NASA Goddard Space Flight Center / SDO / Joy Ng
Leia mais :http://www.nasa.gov/feature/goddard/2016/nasa-s-sdo-witnesses-a-double-eclipse/


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domingo, 4 de setembro de 2016

Cura do câncer infantil chega a 70% dos casos com diagnóstico



O câncer infantil figura atualmente como a segunda causa de morte na faixa etária entre 1 e 19 anos, perdendo apenas para causas externas, como acidentes e violência. Apesar disso, o índice de cura pode chegar a 70% dos casos se houver diagnóstico precoce. O alerta é da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica que promove a campanha Setembro Dourado no intuito de ampliar a conscientização em prol da causa.

De acordo com a entidade, no Brasil, a taxa de cura do câncer infantil gira em torno de 50% dos casos – índice bastante distante de países como os Estados Unidos, onde a taxa é de 80%. A campanha destaca que o tratamento, nestes casos especificamente, vai muito além do papel exercido por hospitais e defende o empenho de diversos setores na luta contra a doença.

Câncer em crianças X câncer em adultos

Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam 12 mil novos diagnósticos de câncer infantil no Brasil a cada ano, com pico de incidência na faixa de 4 a 5 anos e um segundo pico entre 16 e 18 anos.

Os tipos mais comuns de câncer entre adultos são os carcinomas (como câncer de pulmão e câncer de mama), provocados, em parte, por fatores ambientais e estilos de vida. Já em crianças, os tipos mais comuns são leucemia, tumores no sistema nervoso central e linfomas (câncer dos gânglios linfáticos), geralmente com origem em células que se desenvolveram em estágios iniciais da gestação.

Câncer infantil é doença familiar

A campanha defende ainda que o profissional de saúde que atende uma criança com câncer deve estender o tratamento a toda a família do paciente, uma vez que o câncer infantil é visto por especialistas como uma espécie de câncer familiar e não de um único indivíduo apenas.

A proposta é que a sociedade civil organizada exerça papel fundamental de dar apoio psicológico, principalmente aos que estão em outra cidade para o tratamento e o acolhimento da família e da criança.

“A luta pelo câncer infantojuvenil é de todos – governantes de todas as esferas, pais, educadores, profissionais da saúde, voluntários, cidadãos. Assim, quanto mais informações sobre a doença forem disseminadas na sociedade e cada um assumir o papel de promoção pela cura, alcançaremos a meta, pois não há prêmio melhor do que uma criança curada.”

Sinais a serem investigados

Os principais sinais de investigação em relação ao câncer infantil são:

- vômitos associados a dores de cabeça (sem náusea)

- desequilíbrio ao andar

- dificuldade na visão

- dores ósseas ou nas articulações

- movimentos limitados

- palidez insistente

- febre persistente

- emagrecimento

- fraqueza

- irritabilidade

- sudorese excessiva

- manchas roxas no corpo ou em pálpebras

- sangramento em geral

- diarreias crônicas

- dores frequentes nos dentes, não associadas a cáries

- dores abdominais prolongadas

- ínguas, gânglios ou nódulos indolores, com rápido crescimento, principalmente no pescoço, axila ou virilhas

- nódulos ou pintas na pele, que crescem ou mudam de cor

- secreção crônica drenada pelo ouvido

- desenvolvimento precoce de caracteres sexuais

- na região dos olhos, pupila branca ou totalmente dilatada, protrusão do globo ocular.

Fonte: Folha de PE

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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dia da Terra: Google mostra a beleza do planeta em Doodles aleatórios



Para celebrar o Dia da Terra, o Google resolveu trazer diversos Doodles em um único dia que representem todos os biomas do planeta terra, neste dia 22 de Abril que é comemorado o Dia da Terra.


“A vastidão da diversidade da Terra faz com que seja um tema intimidante, mas no final eu escolhemos para destacar os cinco principais biomas da Terra: os recifes de tundra, florestas ,pradarias, deserto, e o coral. Em cada ilustração, você vai encontrar um animal que tem sido apontado por seus 15 minutos de fama. Cada vez que você visitar Google.com , você vai receber aleatoriamente um dos cinco doodles. Mantenha-se refrescante para admirar um lado diferente de imensa beleza da Terra.”

“Os cientistas estimam a idade da Terra em mais de 4,5 bilhões anos, mas o seu dia só existia para 46. Dia da Terra inspira a todos nós para apreciar a nossa grande esfera azul e verde com eventos grandes e pequenos, que vão desde caminhadas da família por toda a cidade, a iniciativas de reciclagem.”

“É um dia para refletir. Pessoalmente, estou admirado com a persistência da natureza e sua criatividade. Nosso planeta – com o seu calor alternativo escaldante e frio intenso, os seus picos irregulares e valas profundas – pode nem sempre ser gentil com seus habitantes. No entanto, de alguma forma, a flora e a fauna da Terra conseguem prosperar. Em um dia como este, nos faz lembrar e celebrar a nossa casa, neste grande e deslumbrante ecossistema.”

“Vivemos em um belo planeta , e é o único que temos. Feliz Dia da Terra!” – finaliza o Google ao anunciar o Doodle em sua página oficial.
O Dia da Terra

O Dia da Terra, oficialmente conhecido como Dia Internacional da Mãe Terra, é uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2009 para marcar a responsabilidade coletiva para promover a harmonia com a natureza e a Terra e alcançar um balanço entre economia, sociedade e ambiente.

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terça-feira, 12 de abril de 2016

Plásticos são os principais predadores dos oceanos, mostra relatório


Sob a forma de garrafas, sacos ou tampas, os plásticos são os principais predadores dos oceanos, mostra a organização Surfrider em relatório divulgado nesta terça-feira (12) sobre a poluição em cinco regiões da França e Espanha.

Com a ajuda de centenas de voluntários, a organização não governamental realizou em 2015 o primeiro censo de resíduos que poluem as praias, a orla costeira e os fundos marinhos, no âmbito de uma iniciativa que visa a recolher e analisar os dados na Europa.

“Todos os dias, 8 milhões de toneladas de lixo acabam no oceano. Oitenta por cento da poluição que afeta os nossos mares são de origem terrestre e resultam da atividade humana, com repercussões terríveis na biodiversidade e na globalidade do ambiente”, destaca o presidente da Surfrider Foundation Europe, Gilles Asenjo, em comunicado.

O plástico constitui “mais de 80%” do lixo na maior parte dos cinco locais analisados, observa a organização.

Na praia de Burumendi, em Mutriku (Espanha), por exemplo, 96,6% dos resíduos são de plástico e de poliestireno, que representam 94,5% dos 10.884 resíduos recolhidos na praia de La Barre, em Anglet, nos Pireneus atlânticos.

O plástico e o poliestireno também foram encontrados em massa na praia de Porsmilin, em Locmaria-Plouzané, em Finisterra (Espanha), com peso de 83,3% do total de 2.945 resíduos recolhidos no decorrer das quatro campanhas de levantamento de materiais.

Na praia de Murguita em San Sebastian (Espanha), o plástico e o poliestireno representaram 61% dos materiais recolhidos, dos quais 18% são vidro.

O vidro predomina, aliás, na praia de Inpernupe, em Zumaia (Espanha), representando quase metade (47,9%), contra o peso de 29,1% do plásticos e poliestireno.

Além dos materiais de plástico, os voluntários recolheram, nos diferentes locais, cordas, redes, cigarros, embalagens de alimentos, tampas, cápsulas, garrafas de vidro e até mesmo resíduos sanitários.

Para cada local, a Surfrider fez uma lista dos principais resíduos recolhidos.

“Nesta altura, são as primeiras indicações que nos dão uma percepção geral das estatísticas europeias”, disse Asenjo, acrescentando que, da Grã-Bretanha ao País Basco, os resíduos plásticos são claramente os principais predadores do oceano”, porque “levam centenas de anos para desaparecer”, ao contrário de outros materiais como a madeira ou o cartão.

“Quando eles não estão aos nossos pés na praia, são ingeridos pelos animais marinhos, que sufocam, para não falar das substâncias tóxicas que libertam e nas quais nos banhamos, e de sua possível integração na cadeia alimentar".

Fonte: NE 10

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